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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

EDUCAÇÃO NO DF EXIGE A MERITOCRACIA DE TODOS


Qual  é o futuro da educação no DF? Vai melhorar? Segundo a Folha do Professor, do Sindicado dos Professores no DF, a resposta seria NÃO. Citando professora da Secretaria de Educação (SEEDF), a Folha defende que machismo, homotransfobia e meritocracia serão “apenas palavras contadas em um passado distante.”

O Sindicato também publica extenso artigo de um Doutor em Educação da UnB, para quem a meritocracia reflete “um pensamento burguês e burocrático.

O mesmo pensamento que alimenta o capitalismo, a competição desenfreada e que gerou outro pensamento mais agressivo: o darwinismo social.” Como sou fruto de escola publica gaúcha em área de periferia, lembro como  meus excelentes professores exigiam mérito e qualidade de seus alunos. À eles devo minha vida profissional -  baseada no mérito do estudo, do saber e do conhecimento.

Graças a estes professores, que exigiam e premiavam o esforço de cada um, é que tivemos educação pública de boa qualidade em décadas não muito distantes. Quando leio a palavra de ordem do Sindicato tenho pena do Senador Cristovam Buarque.

Não bastará dispor de dinheiro para salários e para construção de boas escolas se os sindicatos combatem o mérito daqueles estudantes que querem ser os primeiros e que lutam para aprender mais. A
 educação deve qualificar e valorizar o esforço de cada um. Com cotas ou sem cotas, isso é meritocracia!  O próprio articulista deve ter lutado bastante para conseguir seu título de Doutor em Educação. Será que este título não reflete uma saudável meritocracia?


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